Abri a porta do amor
Abri a porta do amor
alegremente ele me sorriu
jurei não causá-lo dor,
logo então, a paixão existiu…
Em meu peito passei a poetar:
amor, paixão, saudade, carinho…
Saudade,
dos beijos, carinho, proteção…
Saudade,
dele, da vida, solidão…
Carinho e proteção…
Por ele ser amada!
Amor e paixão,
dele ser namorada.
Abri a porta do peito
ele invadiu a minha ilusão!
Sem receio,
tornou-se a minha paixão…
Mais forte e bela… Vivida!
Minha vida com ele, tornou-se mais florida…
Autoria: Hilda Araujo
O amor
O amor,
não sei de quem começou
se foi de quem cedeu
ou de quem tremeu…
Só sei que começou…
Não sei quanto tempo faz
e nem se o tempo o desfaz
só sei que ele nasceu
e ainda não morreu…
Quanto tempo vai durar,
não sou capaz de falar,
só sei que o tempo passou
e o amor aumentou…
Autoria: Hilda Araujo