O último espécime conhecido morreu em 2000, mas um grupo de cientistas conseguiu armazenar congelado o tecido com DNA antes de seu falecimento. Agora foi utilizado para substituir o DNA em cabras comuns e assim nasceu um clone do animal extinto há 9 anos.
Há que destacar que a técnica utilizada requer o DNA em bom estado, e na atualidade dispomos de DNA de dinossauros em mosquitos conservados em ámbar, e um hospedeiro atual, capaz de alojar o ovo.
Muitos já preveem a clonagem do mamute, uma vez sequenciado seu genoma e utilizando como hospedeiro um elefante. Da mesma forma, segundo publicação recente do Genome Research que revela que uma equipe de cientistas já isolou o DNA de um pêlo do tigre da Tasmânia e que ele é o mais novo animal extinto na fila da clonagem.
Muito interessante esse intuito dos pesquisadores em “reviver” animais extintos, todavia a de se pensar na variabilidade genética, pois só tem o DNA sequenciado de um animal apenas e, para repovoar um ambiente seriam necessários muitos animais.
Grande Abraço,
Hilda =)